Simpatia,
Nem sei bem o que vejo em você...
Sorri pra mim
Com essa luz de dentro
Chave mágica, lampião.
Sabe, Simpatia
As coisas são complicadas demais.
Eu sempre tive as palavras certas,
Agora elas estão em greve.
Acho que é você
Que me faz perder o tom,
Sair da linha
Do bem-feito, do certo demais.
Obrigada, Simpatia.
Às vezes a gente precisa
Se desconcertar.
Você me desconcerta.
Simpatia,
Nem sei bem o que vejo em você...
Luisa Iva
em 21/07/2010
Ponto final.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Instantâneo
Em três minutos
Vou te dizer o que venho pensando
Há tempos, meu bem.
Tic Tac
O mundo dá voltas
Mas hoje ele gira mais rápido
É fast.
Very fast.
Tic Tac
Eu venho pensando em nós
Admito.
E não foi rápido pensar no que dizer.
Mas digo.
Tic Tac.
Tá acabando o tempo
Hoje em dia o relógio manda.
Vou falar rapidinho
Pra não incomodar.
É fast.
Tic Tac.
Eu te amo.
É só.
É fast.
Tic Tac.
O miojo cozinhou
Vou desligar.
Até mais, meu bem.
Tic Tac.
Tu Tu Tu...
Luisa Iva
em 21/07/2010
Ponto final.
Vou te dizer o que venho pensando
Há tempos, meu bem.
Tic Tac
O mundo dá voltas
Mas hoje ele gira mais rápido
É fast.
Very fast.
Tic Tac
Eu venho pensando em nós
Admito.
E não foi rápido pensar no que dizer.
Mas digo.
Tic Tac.
Tá acabando o tempo
Hoje em dia o relógio manda.
Vou falar rapidinho
Pra não incomodar.
É fast.
Tic Tac.
Eu te amo.
É só.
É fast.
Tic Tac.
O miojo cozinhou
Vou desligar.
Até mais, meu bem.
Tic Tac.
Tu Tu Tu...
Luisa Iva
em 21/07/2010
Ponto final.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Lacunas
Não sei bem de ti, meu amor,
Nem de mim sei bem.
Sei tão pouco do mundo
Que dele nem sei se faço parte.
E do mundo alheio,
Alheio a ti estou.
Sei tão pouco de ti
Que em ti não sou.
Sei tão pouco das cores
Que me sinto cinza.
Da luz também não sei, amor
E te amo no escuro,
Assim, sem poder mostrar-me.
Sei tão pouco da vida
Que nem sei se vivi dela o bastante
Ou se ainda me resta algum fio da linha do tempo.
Não sei se faço parte
Ou se sou inteiro.
Não aprendi a contar histórias, nem estrelas.
Só sei que sou velho.
Isso as rugas me contaram.
Luisa Iva
em 24/06/2010
Reflitam.
E...
ponto final.
Nem de mim sei bem.
Sei tão pouco do mundo
Que dele nem sei se faço parte.
E do mundo alheio,
Alheio a ti estou.
Sei tão pouco de ti
Que em ti não sou.
Sei tão pouco das cores
Que me sinto cinza.
Da luz também não sei, amor
E te amo no escuro,
Assim, sem poder mostrar-me.
Sei tão pouco da vida
Que nem sei se vivi dela o bastante
Ou se ainda me resta algum fio da linha do tempo.
Não sei se faço parte
Ou se sou inteiro.
Não aprendi a contar histórias, nem estrelas.
Só sei que sou velho.
Isso as rugas me contaram.
Luisa Iva
em 24/06/2010
Reflitam.
E...
ponto final.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Sábado Azul
Bem de manhãzinha, num sábado azul, eles se encontraram. Sorriram alegres por verem que realmente estavam ali juntos, embora já tivessem se visto no dia anterior. Bonito isso dessa gente ficar contente só de se ver e não enjoar de se encontrar toda hora. A presença, quando se basta, se torna o maior refúgio do outro, o maior abrigo; a companhia, a maior diversão, o carrossel mais colorido, a experiência mais viva.
As mãos se tocaram para depois se aninharem num aperto delicado. Entrelaçaram-se, simultaneamente. Mãos dadas, almas coladinhas, sentimento comum. As unhas dela arranharam de leve a palma da mão do rapaz. Ele tomou-lhe a mãozinha delicada, de unhas pintadas na cor da maçã do amor, e deu uma mordidinha nas costas. Mordida que acaricia, arranhão que afaga.
Ela encostou sua cabeça no peito dele por um segundo e, levantando-a, sorriu. Ela sentia-se protegida quando estava com ele, ele gostava de protegê-la. Novamente, a cabecinha procurou o corpo do rapaz, pedindo um cafuné e, para atender ao pedido, ele acariciou-lhe os cabelos com ternura. O cheiro dos cabelos da moça despertava tantas lembranças boas quanto o perfume doce que ela usava, duas espirradinhas de cada lado – maravilhoso!
Continuaram a andar e as pessoas que passavam pela rua olhavam admiradas o jovem casal. Quanta felicidade. Eles eram felizes sim, eles tinham aprendido a ser felizes, e andavam com a leveza de quem ama. Sem pressa, sem relógios, sem preocupação. O que lhes regia o ritmo dos passos era o prazer de estarem juntos, de terem um ao outro e, por isso, desejavam que aquela caminhada se prolongasse mais a cada minuto.
Moviam-se compassados, o coração também batia no mesmo ritmo. Ele era dela, ela era dele, e não se importavam de pertencer um ao outro. Triste é quando a gente quer ser só da gente mesmo, sem se dividir com ninguém, sem ter ninguém pra se compartilhar com a gente. Eles não tinham disso, se orgulhavam em dizer que, de tão juntos, já haviam atrelado seus quereres, deixando em cada um, um pedacinho do outro.
Atravessaram a rua no sábado azul. E seguiram. Ela queria tomar sorvete, ele queria o que ela quisesse. Então, era o sorvete mesmo. Sorvete de sábado azul.
Luisa Iva
em 13/05/2010
Aproveitando pra desejar os parabéns pra Lety, a menina do coração mais meigo, e um beijo para aquele que deixa meus sábados, meus domingos e minha semana toda mais azul.
Ponto final.
As mãos se tocaram para depois se aninharem num aperto delicado. Entrelaçaram-se, simultaneamente. Mãos dadas, almas coladinhas, sentimento comum. As unhas dela arranharam de leve a palma da mão do rapaz. Ele tomou-lhe a mãozinha delicada, de unhas pintadas na cor da maçã do amor, e deu uma mordidinha nas costas. Mordida que acaricia, arranhão que afaga.
Ela encostou sua cabeça no peito dele por um segundo e, levantando-a, sorriu. Ela sentia-se protegida quando estava com ele, ele gostava de protegê-la. Novamente, a cabecinha procurou o corpo do rapaz, pedindo um cafuné e, para atender ao pedido, ele acariciou-lhe os cabelos com ternura. O cheiro dos cabelos da moça despertava tantas lembranças boas quanto o perfume doce que ela usava, duas espirradinhas de cada lado – maravilhoso!
Continuaram a andar e as pessoas que passavam pela rua olhavam admiradas o jovem casal. Quanta felicidade. Eles eram felizes sim, eles tinham aprendido a ser felizes, e andavam com a leveza de quem ama. Sem pressa, sem relógios, sem preocupação. O que lhes regia o ritmo dos passos era o prazer de estarem juntos, de terem um ao outro e, por isso, desejavam que aquela caminhada se prolongasse mais a cada minuto.
Moviam-se compassados, o coração também batia no mesmo ritmo. Ele era dela, ela era dele, e não se importavam de pertencer um ao outro. Triste é quando a gente quer ser só da gente mesmo, sem se dividir com ninguém, sem ter ninguém pra se compartilhar com a gente. Eles não tinham disso, se orgulhavam em dizer que, de tão juntos, já haviam atrelado seus quereres, deixando em cada um, um pedacinho do outro.
Atravessaram a rua no sábado azul. E seguiram. Ela queria tomar sorvete, ele queria o que ela quisesse. Então, era o sorvete mesmo. Sorvete de sábado azul.
Luisa Iva
em 13/05/2010
Aproveitando pra desejar os parabéns pra Lety, a menina do coração mais meigo, e um beijo para aquele que deixa meus sábados, meus domingos e minha semana toda mais azul.
Ponto final.
terça-feira, 30 de março de 2010
Brevidades sobre o amor maior
O meu amor é assim, sereno. Pra ele não tem chuva, nem sol, nem frio. Só festa, tempo morno, confete, bis.
Meu amor é tão vívido, singelo amor. De tão simples é raro. Jóia, coroa, baú do tesouro, fim do arco-íris, bilhete premiado. Raro amor que não ostenta, não vulgariza, não empina o nariz. Amor de pureza, inocente; só ama, não fere.
Amor que faz brilharem os olhos, amor que faz a voz cantar. Arrepio, sorriso, suspiro, amor, amor maior. Não suporta saudade, não mede esforços pra se demonstrar. Sobe no palco, no muro, nas Muralhas da China, e grita – eu amo. O grito do meu amor é sussuro doce.
Amor tão grande aos meus olhos, mas que, de tão singelo, se abriga em meu peito. Não se expande pra não incomodar. O grande amor é o que cabe nos mais breves espaços. Amor de fechadura, do sorriso envergonhado, do beijo roubado, da mão estendida... De centésimos, milésimos grandiosos. Amor que não usa fita métrica, relógio, cronômetro, balança, catraca. Sentimento que se adapta, que cabe em qualquer coração de esperança.
Amor que é amor cabe nos mais breves instantes. Ama, não restringe; agracia, não atormenta; não mede, congela ou enjaula, é multiforme, multicolorido. Amor que é de todos, meu também. O meu amor é aquele que envolve. Basta abrir uma brecha, um espaço, uma fresta que ele vem entrando, humilde.
O meu amor, que trago no peito, é contente em exercer o seu trabalho: fazer amar. E amo.
Luisa Iva Maia Forte
em 22/03/2010
Sem enfeitar o discurso, porque o amor é simples, mando um beijo especial pro meu mais singelo amor.
Ponto final.
Meu amor é tão vívido, singelo amor. De tão simples é raro. Jóia, coroa, baú do tesouro, fim do arco-íris, bilhete premiado. Raro amor que não ostenta, não vulgariza, não empina o nariz. Amor de pureza, inocente; só ama, não fere.
Amor que faz brilharem os olhos, amor que faz a voz cantar. Arrepio, sorriso, suspiro, amor, amor maior. Não suporta saudade, não mede esforços pra se demonstrar. Sobe no palco, no muro, nas Muralhas da China, e grita – eu amo. O grito do meu amor é sussuro doce.
Amor tão grande aos meus olhos, mas que, de tão singelo, se abriga em meu peito. Não se expande pra não incomodar. O grande amor é o que cabe nos mais breves espaços. Amor de fechadura, do sorriso envergonhado, do beijo roubado, da mão estendida... De centésimos, milésimos grandiosos. Amor que não usa fita métrica, relógio, cronômetro, balança, catraca. Sentimento que se adapta, que cabe em qualquer coração de esperança.
Amor que é amor cabe nos mais breves instantes. Ama, não restringe; agracia, não atormenta; não mede, congela ou enjaula, é multiforme, multicolorido. Amor que é de todos, meu também. O meu amor é aquele que envolve. Basta abrir uma brecha, um espaço, uma fresta que ele vem entrando, humilde.
O meu amor, que trago no peito, é contente em exercer o seu trabalho: fazer amar. E amo.
Luisa Iva Maia Forte
em 22/03/2010
Sem enfeitar o discurso, porque o amor é simples, mando um beijo especial pro meu mais singelo amor.
Ponto final.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Ah, meu bem...
Meu bem, não minta que essa vida já é complicada demais, não faça toda essa cena, não invente mais nenhum problema, evite essas rugas a mais.
Ô, meu bem, nem faz tanto tempo que tava tudo bem, all right, ok. Mas do nada esse tudo despenca, esse tudo desaba e me faz chorar outra vez.
Por que deixar-se ir? Crie raízes, acampe um sorriso no meu jardim, pra sempre. Por que deixar acabar? Foi tudo tão lindo, foi tudo tão certo... Vem comigo, monte acampamento onde sempre foi pra você ficar.
Se fixa, meu bem. E preste atenção, está bem?! Chega de mansinho, me faz um carinho, me chama de amor. Que aí eu tento esquecer tudo; toda lama, todo drama, e vou ficar só com você.
Me dá um sorriso, uma piscadinha, não franze essa testa não. Eu não quero mais esse problema, eu quero uma solução. Faz assim então, você dá meia volta, bate na minha porta e se apossa do meu coração.
Ah, meu bem, eu tinha tudo nas mãos. Ah, meu bem, você sempre foi a minha resposta. Vou te provar por a mais bê que a vida lá fora é só nossa, mas que, pra ser de nós dois, tem que haver eu mais você.
Luisa Iva Maia Forte
02/02/2010
Dizem que a vida da gente começa depois do carnaval, então, Bom começo de ano pra todo mundo!
Ponto final.
Ô, meu bem, nem faz tanto tempo que tava tudo bem, all right, ok. Mas do nada esse tudo despenca, esse tudo desaba e me faz chorar outra vez.
Por que deixar-se ir? Crie raízes, acampe um sorriso no meu jardim, pra sempre. Por que deixar acabar? Foi tudo tão lindo, foi tudo tão certo... Vem comigo, monte acampamento onde sempre foi pra você ficar.
Se fixa, meu bem. E preste atenção, está bem?! Chega de mansinho, me faz um carinho, me chama de amor. Que aí eu tento esquecer tudo; toda lama, todo drama, e vou ficar só com você.
Me dá um sorriso, uma piscadinha, não franze essa testa não. Eu não quero mais esse problema, eu quero uma solução. Faz assim então, você dá meia volta, bate na minha porta e se apossa do meu coração.
Ah, meu bem, eu tinha tudo nas mãos. Ah, meu bem, você sempre foi a minha resposta. Vou te provar por a mais bê que a vida lá fora é só nossa, mas que, pra ser de nós dois, tem que haver eu mais você.
Luisa Iva Maia Forte
02/02/2010
Dizem que a vida da gente começa depois do carnaval, então, Bom começo de ano pra todo mundo!
Ponto final.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Puxadinho
Não sou sua metade, amor, e nem você a minha, pois, se fôssemos, seríamos incompletos a sós. Você sem mim continua a viver e eu também continuo sendo eu sem você.
Não sou metade incompleta, não tenho meio coração, meio estômago. Sou integral e completamente eu. Um eu em solidão, nem triste e nem feliz. Eu, só.
Você também não é incompleto, é cheio, cheio de si e da sua essência. Precisando talvez de um tempero a mais, de uma cor a mais, mas, sem mim, você é você.
Não podemos admitir que somos vazios, amputados de parte de nós. Não somos meio, somos a totalidade. Um total descolorido e até sem graça, mas somos o todo.
Minha casa já veio alicerçada, com todas as quatro paredes. Quarto, cozinha e banheiro. Paredes de cal, telhado. Você é meu puxadinho, minha salinha de TV, com estante de livros e um belo sofá. Você é a parede colorida da sala, as almofadas, a mesinha de centro, o porta-revistas, o videogame. Você é a parte consciente que me faltava; minha estante de livros.
Sua casa também já veio alicerçada. Quarto, cozinha e banheiro. Paredes de cal, telhado. Mas eu sou seu puxadinho, meu amor. Sou a varanda arejada, a rede, a churrasqueira de tijolinhos. Sou a poltrona acolchoada, as rosas do canteiro. Eu sou a parte aconchegante que te faltava; sua rede.
Podemos viver sós: paredes de cal, telhado, quarto, cozinha, banheiro. Não precisaríamos de mais. Mas queremos. E, por procurar algo que nos dê ânimo, somos dois, em união. Nada tiro de ti, nada extrais de mim. Completamo-nos graciosa e misteriosamente. Sou sua rede, você é minha estante. Sou sua churrasqueira, você é meu sofá.
E, com tanto aconchego, tanta beleza, quem é doido de querer ser só?!
Luisa Iva
em 01/02/2009
Mais um mês começando hoje! Que fevereiro traga boas supresas!
Aproveitando o espaço para dar um parabéns enorme, sorridente e vibrante para a Bia, a mais nova jornalista! Parabéns, querida, você mereceu muito.
Parabéns também aos aniversariantes do finzinho de janeiro e de fevereiro! Em especial a minha irmãzinha linda e aos Thiago's (três, pra ser mais exata).Felicidades a todos!
E, para terminar, um grande beijo a todos que acompanham o blog, em especial para Mabi e Vê que, mesmo longe, não esqueceram de mim. E também aos que andam colocando meus textos no orkut. Estou ficando famosa por lá! hehehe
(Falta muuuuito ainda!)
Acho que terminei.
Ponto final cheio de carinho.
Não sou metade incompleta, não tenho meio coração, meio estômago. Sou integral e completamente eu. Um eu em solidão, nem triste e nem feliz. Eu, só.
Você também não é incompleto, é cheio, cheio de si e da sua essência. Precisando talvez de um tempero a mais, de uma cor a mais, mas, sem mim, você é você.
Não podemos admitir que somos vazios, amputados de parte de nós. Não somos meio, somos a totalidade. Um total descolorido e até sem graça, mas somos o todo.
Minha casa já veio alicerçada, com todas as quatro paredes. Quarto, cozinha e banheiro. Paredes de cal, telhado. Você é meu puxadinho, minha salinha de TV, com estante de livros e um belo sofá. Você é a parede colorida da sala, as almofadas, a mesinha de centro, o porta-revistas, o videogame. Você é a parte consciente que me faltava; minha estante de livros.
Sua casa também já veio alicerçada. Quarto, cozinha e banheiro. Paredes de cal, telhado. Mas eu sou seu puxadinho, meu amor. Sou a varanda arejada, a rede, a churrasqueira de tijolinhos. Sou a poltrona acolchoada, as rosas do canteiro. Eu sou a parte aconchegante que te faltava; sua rede.
Podemos viver sós: paredes de cal, telhado, quarto, cozinha, banheiro. Não precisaríamos de mais. Mas queremos. E, por procurar algo que nos dê ânimo, somos dois, em união. Nada tiro de ti, nada extrais de mim. Completamo-nos graciosa e misteriosamente. Sou sua rede, você é minha estante. Sou sua churrasqueira, você é meu sofá.
E, com tanto aconchego, tanta beleza, quem é doido de querer ser só?!
Luisa Iva
em 01/02/2009
Mais um mês começando hoje! Que fevereiro traga boas supresas!
Aproveitando o espaço para dar um parabéns enorme, sorridente e vibrante para a Bia, a mais nova jornalista! Parabéns, querida, você mereceu muito.
Parabéns também aos aniversariantes do finzinho de janeiro e de fevereiro! Em especial a minha irmãzinha linda e aos Thiago's (três, pra ser mais exata).Felicidades a todos!
E, para terminar, um grande beijo a todos que acompanham o blog, em especial para Mabi e Vê que, mesmo longe, não esqueceram de mim. E também aos que andam colocando meus textos no orkut. Estou ficando famosa por lá! hehehe
(Falta muuuuito ainda!)
Acho que terminei.
Ponto final cheio de carinho.
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